Prefeita de Olinda envia emissário à Câmara para barrar primeiro pedido de impeachment da história do município
Foto: Reprodução/Google Street View
Acusada de descumprir a Lei de Acesso à Informação, Mirella Almeida (PSD) tenta articular apoio na Câmara antes de votação decisiva sobre admissibilidade do processo
A Câmara de Vereadores de Olinda analisa nesta quarta-feira (26) a admissibilidade do primeiro pedido de impeachment já apresentado contra um gestor municipal na cidade. A prefeita Mirella Almeida (PSD) é acusada pelo advogado Antônio Campos de não cumprir a Lei de Acesso à Informação (LAI), ao supostamente deixar de prestar contas solicitadas pelos parlamentares. Antes do início da sessão, um representante da prefeita se reuniu com os vereadores na presidência da Casa, o que atrasou o início da votação ordinária, prevista agora para começar às 11h.
A sessão decidirá se o pedido segue para análise das comissões, etapa que abre prazo de 30 dias para defesa da prefeita e do vice. Para a admissibilidade, são necessários nove votos favoráveis entre os 17 vereadores, ou seja, maiora simples. A mobilização política nos bastidores é intensa, já que o caso marca um momento inédito na história recente da Marim dos Caetés e pode definir os rumos da gestão municipal a menos de um ano das eleições de 2026.
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