Fábio Bernardino reage a projeto que ameaça uso de placas solares no Brasil
Rede Social
Vice-presidente nacional do Agir articula movimento contra proposta que limita a geração de energia solar e favorece grandes companhias elétricas
O presidente estadual do partido Agir em Pernambuco e vice-presidente nacional da legenda, Fábio Bernardino, manifestou-se de forma contundente contra o Projeto de Lei que pretende limitar o uso da energia solar no Brasil. A proposta prevê que consumidores atuais e futuros só possam utilizar até 30% da capacidade instalada de geração solar, o que, segundo especialistas e defensores da causa, configura um grave retrocesso na política de incentivo às energias renováveis.
Caso o texto seja aprovado, milhares de famílias e empresas que já investiram em sistemas de energia solar seriam forçadas a retornar à dependência da energia elétrica convencional, o que favoreceria grandes companhias do setor, como a Neoenergia, e prejudicaria diretamente o consumidor final.
Em resposta, Fábio Bernardino está organizando um Comitê em Defesa da Energia Solar Renovável, com atuação em todo o estado de Pernambuco e articulação junto a consumidores de placas solares em diversas regiões do país. O objetivo do movimento é impedir o avanço do projeto, considerado injusto, excludente e prejudicial à transição energética.
“A energia solar representa independência, economia e sustentabilidade. É inaceitável que interesses econômicos tentem restringir o direito da população de produzir sua própria energia”, afirmou Bernardino.
Para o dirigente, o projeto representa não apenas um ataque aos direitos adquiridos dos usuários que investiram em tecnologia limpa, mas também um desestímulo à inovação, à economia verde e à geração distribuída de energia.
A mobilização tem convocado consumidores, ambientalistas e representantes do setor de energia limpa a se unirem na luta contra o PL. “Vamos juntos barrar esse retrocesso e defender a energia do futuro: limpa, justa e renovável”, conclui Fábio.
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