PSD define movimentos para 2026
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Partido de Raquel Lyra busca montar chapa competitiva para a disputa federal, mas cenário ainda tem incertezas e costuras em andamento.
O PSD, sigla da governadora Raquel Lyra, acelera as articulações para chegar fortalecido às eleições do próximo ano. Apesar da necessidade de estrutura robusta, a formação da chapa para a Câmara dos Deputados ainda não está fechada — faltando apenas oito meses para o início da disputa. A entrada do deputado Fernando Monteiro deu novo ritmo às conversas, e outras filiações são esperadas.
Os nomes mais cotados para desembarcar no PSD são os deputados Mendonça Filho e Guilherme Uchoa Júnior. Ambos estavam praticamente acertados com o MDB, mas recuaram após a derrota do grupo do deputado Jarbas Filho e do senador Fernando Duere, mais alinhado ao Palácio do Campo das Princesas. A avaliação é de que, nesse cenário, o caminho natural seja mesmo o PSD de Raquel.
No campo das especulações, ainda surgem — mesmo que de forma remota — os nomes de Clodoaldo Magalhães e Túlio Gadelha. Mas a possibilidade é considerada mínima. Clodoaldo está consolidado no PV, onde pode até assumir a presidência nacional, enquanto Túlio analisa dois caminhos mais sólidos: PT ou PDT, ambos estrategicamente mais alinhados ao seu perfil político.
Caso as articulações se confirmem, a chapa do PSD deve reunir Fernando Monteiro, Mendonça Filho, Uchoa Júnior, além do ex-deputado André de Paula e do secretário André Teixeira, primo da governadora. André de Paula, atual ministro da Pesca e aliado de Gilberto Kassab, só teria topado a composição após Kassab exigir condições reais para sua eleição. Já André Teixeira, embora ainda sem candidatura definida, atua nos bastidores como peça estratégica — há quem diga que seu trabalho é guardar espólio para ser trocado por Raquel ano que vem.
Com movimentações intensas e algumas indefinições, o PSD tenta montar sua engrenagem eleitoral para brigar de igual para igual no próximo pleito federal.
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